Amor, liberdade e o direito de escolher
Amar alguém pode aproximar-nos profundamente, mas não deveria retirar-nos a capacidade de decidir quem somos, o que queremos ou como queremos viver. Este Dossiê reúne histórias sobre amor, autonomia, limites e a diferença entre escolher alguém e possuir a vida dessa pessoa.
Por onde queres entrar?
Podes começar pelo romance, pela liberdade, pelos limites ou por uma pergunta difícil que ainda não tem uma resposta confortável.
Escolher quem amamos
Para quando o sentimento entra em conflito com aquilo que a família, a sociedade ou um sistema inteiro considera aceitável.
Amar sem controlar
Para quando proteger alguém parece tão importante que corremos o risco de substituir a vontade dessa pessoa pela nossa própria decisão.
Continuar a ser “eu” dentro de um “nós”
Para quando a intimidade é profunda, mas a relação continua a precisar de espaço para duas identidades, duas vontades e duas pessoas completas.
Aceitar a autonomia do outro
Para quando aquilo que desejamos para alguém não coincide com aquilo que essa pessoa escolhe para a própria vida.
Histórias sobre amor, escolha e os limites entre duas pessoas
Estas obras colocam o amor em contextos muito diferentes, mas todas acabam por tocar na mesma pergunta: até onde pode ir uma relação sem retirar liberdade a quem está dentro dela?
O amor não deveria apagar a escolha
Estas histórias lembram-me que uma relação pode ser profunda, intensa e transformadora sem transformar duas pessoas numa única vontade. Amar também é reconhecer que o outro continua a ser alguém separado de nós — com limites, desejos, medos e decisões que não nos pertencem.
← Voltar a todos os Dossiês